Como eu gostaria de passar o Dia das Mães?
Trancada dentro de casa com as minhas crias. Providenciar o almoço previamente para não ter que cozinhar no domingão e também evitar os restaurantes lotados. Evitar a minha mãe e a mãe dele, para que ninguém tivesse que ver a sogra. Ou melhor, cada um visitando separadamente a própria mãe. Afinal, o Dia da Sogra, segundo o calendário da CEF, foi na semana passada (eu liguei parabenizando a minha, e você?).
Agora, o que eu não queria era responder à clássica pergunta: "O que você quer ganhar?". Pô, depois de 12 anos ainda não deu para saber do que eu gosto? Vamos lá:
Em primeiríssimo lugar, no topo da lista há, vejamos, onze anos e dez meses?, um solitário de bom tamanho. Como cansei de esperar, acho que vou comprá-lo no final do ano, quando receber a restituição do IR!
Em segundo lugar, qualquer peça de roupa da Farm, de preferência aquele casaco maravilhoso que eu nunca teria coragem de comprar fora da liquidação. Aliás, eu não tenho coragem de comprar nada fora da liquidação, mas isso é tema para um outro post...
Em terceiro lugar, sabe aquele sapato maravilhoso que nós dois vimos na vitrine da Arezzo e eu disse que era a minha cara? Eu sei que você achou que eu estava brincando e ficou horrorizado quando se deu conta de que eu havia mesmo gostado, mas eu amei o diabo do sapato e quem vai usar mesmo sou eu, não?
Em quarto lugar, não deu para notar ainda que mulher ama e é viciada em sapato e bolsa? Então? Qual a dúvida? Nós nunca temos sapatos ou bolsas em excesso!!!
Ah, eu não vou reclamar se as sugestões forem aproveitadas nas datas futuras: dia dos namorados, aniversário de casamento, Natal, aniversário...
terça-feira, 4 de maio de 2010
Dúvida existencial
Será que todos os maridos param de elogiar as mulheres depois de uma década? Custa um elogio de vez em quando? Eu poderia até sugerir uma meta semanal. Não tão ambiciosa quanto a do Temporão, bastaria um elogio por semana. Do tipo: você está mais magra (mesmo que não esteja!) ou seu cabelo está tão lindo... Lembrando que não é necessário se ater à realidade, basta parecer sincero! Já faz um milagre e evita o consumo excessivo de chocolate.
O melhor mesmo era dizer que voltaria a se apaixonar pela mesma mulher se a conhecesse hoje. Aliás, essa é uma grande pergunta: você se apaixonaria novamente pela pessoa que está ao seu lado se a conhecesse hoje? Ou a acharia uma grande chata? Uma coisa é se apaixonar por uma pessoa recém-saída não apenas da faculdade, mas da adolescência. Na juventude, somos todas interessantes, vivazes, firmes. Fulgurantes, esfuziantes. E depois? As obrigações do cotidiano acabam ou não com os atrativos da personalidade inicial?
O melhor mesmo era dizer que voltaria a se apaixonar pela mesma mulher se a conhecesse hoje. Aliás, essa é uma grande pergunta: você se apaixonaria novamente pela pessoa que está ao seu lado se a conhecesse hoje? Ou a acharia uma grande chata? Uma coisa é se apaixonar por uma pessoa recém-saída não apenas da faculdade, mas da adolescência. Na juventude, somos todas interessantes, vivazes, firmes. Fulgurantes, esfuziantes. E depois? As obrigações do cotidiano acabam ou não com os atrativos da personalidade inicial?
Pérola inicial
Antes mesmo do Ministério da Saúde recomendar a frequência semanal para o combate à hipertensão, eu pregava junto a mulherada do trabalho que não se pode fugir às obrigações domésticas. Ao me dirigir ao banheiro feminino, explicava a uma amiga que não podemos nos prender a detalhes como música ambiente, iluminação, decoração, etc. Depois de anos de casada, com filhos, empregada, cachorros e tudo o mais, quando o marido levanta a sobrancelha e dá o menor sinal de interesse, é melhor arrancar a roupa logo e se jogar na cama, afastando o brinquedo de pelúcia e jogando o travesseiro com fronha de bichinhos que uma das crias deixou ao fazer uma visita noturna... Ao terminar a explanação, eu, que estava em um dos cubículos do banheiro feminino, fui alertada pela amiga da presença de uma menor no cubículo ao lado.
Claro que esperei, aos risos, a moça sair do banheiro. Tudo para não ser reconhecida. Afinal, a gente tenta parecer séria...
Claro que esperei, aos risos, a moça sair do banheiro. Tudo para não ser reconhecida. Afinal, a gente tenta parecer séria...
Ostra
Tudo começou com uma brincadeira. Conselhos de uma amiga casada a outra solteira. Comentário de teor indiscreto, conversa de banheiro feminino, palavras captadas por ouvidos outros que os destinatários originais. Risadas, gargalhadas e rostos ruborizados.
Depois de ouvir de um amigo que, se me conhecesse, Miguel Falabella criaria uma personagem inspirada em mim, resolvi criar um blog para dar vasão a todas as brincadeiras e situações cômicas pelas quais passo todos os dias. Quem sabe assim eu paro de alugar os ouvidos das amigas do trabalho, da motorista da lotação, da vendedora na loja, do médico, da manicure, da massagista...
Depois de ouvir de um amigo que, se me conhecesse, Miguel Falabella criaria uma personagem inspirada em mim, resolvi criar um blog para dar vasão a todas as brincadeiras e situações cômicas pelas quais passo todos os dias. Quem sabe assim eu paro de alugar os ouvidos das amigas do trabalho, da motorista da lotação, da vendedora na loja, do médico, da manicure, da massagista...
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