Antes mesmo do Ministério da Saúde recomendar a frequência semanal para o combate à hipertensão, eu pregava junto a mulherada do trabalho que não se pode fugir às obrigações domésticas. Ao me dirigir ao banheiro feminino, explicava a uma amiga que não podemos nos prender a detalhes como música ambiente, iluminação, decoração, etc. Depois de anos de casada, com filhos, empregada, cachorros e tudo o mais, quando o marido levanta a sobrancelha e dá o menor sinal de interesse, é melhor arrancar a roupa logo e se jogar na cama, afastando o brinquedo de pelúcia e jogando o travesseiro com fronha de bichinhos que uma das crias deixou ao fazer uma visita noturna... Ao terminar a explanação, eu, que estava em um dos cubículos do banheiro feminino, fui alertada pela amiga da presença de uma menor no cubículo ao lado.
Claro que esperei, aos risos, a moça sair do banheiro. Tudo para não ser reconhecida. Afinal, a gente tenta parecer séria...
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